Marina Sá Encontrou na Fertilização in Vitro uma nova Chance

Após duas perdas gestacionais, Marina Sá encontrou na fertilização in vitro uma nova chance de viver a segunda gestação; em relato emocionante, ela compartilha a força que a manteve firme no processo e a alegria do positivo

“A decisão pela FIV não é simples, mas entramos de cabeça, porque nosso objetivo era maior que os obstáculos”

Para muitas mulheres, o caminho até a maternidade passa por desafios emocionais, físicos e financeiros. A história de Marina Sá, hoje grávida de seu segundo filho após um tratamento de fertilização in vitro (FIV), é um retrato sensível sobre a luta, a decisão consciente de ser mãe e o impacto da reprodução assistida na vida de tantas famílias.

Nem sempre a maternidade foi um sonho antigo para Marina Sá. “Foi um desejo que foi nascendo aos poucos, depois dos 30 anos, com um casamento e a vida profissional mais estáveis”, conta. Aos 32 anos, ela teve seu primeiro filho de forma natural e, após o nascimento, passou a se prevenir com anticoncepcional.

Anos depois, com o desejo de aumentar a família, Marina enfrentou duas perdas gestacionais consecutivas, ambas com oito semanas. “Achei que era hora de aceitar que teria apenas um filho — e estava tudo bem com isso. Mas o tempo passou, e o desejo de dar um irmão ou irmã a ele cresceu dentro de mim”, relembra.

Em 2023, junto com o marido, ela tomou uma decisão corajosa: iniciar o processo de fertilização in vitro (FIV) sob os cuidados da médica especialista em reprodução assistida, Dra. Verônica Ferraz.

“A decisão pela FIV não é simples. Sabíamos que envolvia um desgaste emocional, físico e financeiro. Mas decidimos entrar de cabeça, porque nosso objetivo era maior que os obstáculos”, explica Marina.

O processo exigiu resiliência: foram dois duplos estímulos e quatro embriões euploides conquistados. A primeira tentativa de implantação, de um embrião feminino, não teve sucesso. “Foi uma grande frustração. A gente acreditava que daria certo na primeira vez, mas seguimos firmes no propósito”, relembra ela.

Em janeiro de 2025, a segunda tentativa trouxe a tão esperada alegria: o teste positivo de Joaquim, seu segundo filho, hoje gestado com 17 semanas. “Ser mãe é uma benção imensa. E saber que existem tecnologias capazes de nos ajudar a alcançar esse sonho é algo que eu vou agradecer para sempre”, diz emocionada.

Para a Dra. Verônica Ferraz, especialista em Reprodução Assistida na Geare, unidade do FertGroup na Paraíba e em Pernambuco, a história de Marina representa a força da decisão feminina e a esperança que a medicina reprodutiva oferece. “Cada mulher tem o direito de decidir quando e como quer ser mãe. E a reprodução assistida é uma grande aliada nesse processo, devolvendo a chance de realizar sonhos que poderiam parecer distantes”, afirma a médica.

Ela reforça que o tratamento de fertilização é, sim, desafiador, mas pode ser extremamente recompensador. “Não é um caminho linear. É um processo que exige acolhimento, respeito às emoções e uma condução técnica muito segura. Estar ao lado de mulheres como a Marina, que não desistiram de seus sonhos, é o que dá sentido ao nosso trabalho”, conclui a Dra. Verônica.

Fonte:  FERTGROUP nasceu em 2023 como resultado de uma iniciativa de investimento e expansão liderada pelo Fundo de Private Equity da XP. Maior e mais inovador grupo especializado em reprodução humana do Brasil, atualmente está presente em São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraíba, Piauí, Distrito Federal e Bahia por meio das marcas Fertility, Vida Bem Vinda, Gerar Vida, Primordia, Vida, Geare, FertVida, Verhum e Gestare.

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