As alergias da primavera provam que nem tudo é flor na época.

pixabay
Professora da graduação em Enfermagem do IBMR dá as dicas
As crises que tiram o sossego de muita gente podem ser provocadas pelo tempo às vezes seco, pólen no ar e calor. Mas, você sabe como driblar esta combinação para que o espirro, a tosse, a coceira, entre outros, não atrapalhem sua rotina na estação mais colorida do ano?
“Não é alergia da primavera. É alergia por conta das características da própria estação”, esclarece sobre o termo, a enfermeira e professora do Centro Universitário IBMR, Joelma Pinto. O IBMR integra o maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil: o Ecossistema Ânima.
As principais doenças do período são as rinites, sinusites, bronquites e, às vezes, asma. Espirro, coriza, tosse, olhos vermelhos, dificuldade para respirar, entre outros.
1 – Pólen, poeira e ácaros
Durante o período seco, aumentam os casos de crises alérgicas, principalmente por conta do pólen e das variações de temperatura e da baixa umidade do ar. Além disso, o acúmulo de poeira em ambientes domésticos contribui para o agravamento do problema. “É preciso atenção não só com o chão da casa, mas também com cortinas, roupas de cama, sofás e almofadas, que acumulam poeira e ácaros”, alerta a professora do IBMR. Pelos e penas de estimação também podem ser gatilhos.
2 – Casa limpinha
A prevenção está ligada aos cuidados com o ambiente onde as pessoas vivem. Mantenha o ambiente arejado, limpe os locais com mais frequência. “Mas, evite vassoura, utilize um pano úmido para não levantar a poeira, pois causa alergia também, e coloque travesseiros e demais roupas de cama ao sol”, ensina Joelma Pinto.
3 – Água para renovar
Quando houver secreção no nariz, faça a lavagem nasal com soro fisiológico. Além disso, aumente a ingestão de água por conta da baixa umidade. Lembre-se, o fato de residir em cidades litorâneas, nem sempre é garantia de ter uma boa umidade do ar. Especialmente em bairros mais afastados da costa.
4 – Não consegui evitar a crise
Em caso de crise respiratória, a orientação é procurar ajuda médica imediatamente e evitar a automedicação. O diagnóstico correto garante o tratamento adequado, que inclui semelhantes com as de antes da crise: hidratação intensa, ambiente limpo e lavagem nasal frequente com soro fisiológico.
Fonte: enfermeira e professora do Centro Universitário IBMR, Joelma Pinto. O IBMR integra o maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil: o Ecossistema Ânima.

