Alimentação da Gestante e o Neurodesenvolvimento do Bebê

Alimentação durante a gravidez é de suma importância, mas existem estudos que reforçam a importância da mulher ter um estilo de vida saudável antes mesmo do início da gestação, já que o consumo alimentar materno é responsável por promover o neurodesenvolvimento dos bebês. É muito importante que a futura gestante avalie a qualidade e quantidade de alimentos que consome normalmente antes de engravidar.

No pré-natal é de fundamental importância incentivar, orientar e motivar as gestantes, promovendo hábitos alimentares saudáveis e monitorando a saúde da mãe e do feto. Tem se observado que a maioria das gestantes precisam de melhorias alimentares, ou seja, quando os hábitos alimentares das gestantes são inadequados, aumentam os riscos na gestação e na saúde do recém-nascido.

Como reduzir as possibilidades de desenvolver doenças crônicas? de melhorar a qualidade da gestação e neonatal a curto e longo prazo? é consumir menos alimentos ultraprocessados, já que eles possuem excesso de gordura trans, gordura saturada e açúcar livre, praticamente não tem fibras e proteínas.

Exemplo produtos ultraprocessados que não devem ser consumidos pelas gestantes:

Chocolates, cereais matinais e barras de cereal; bolos e misturas para bolos; biscoitos doces e salgados; margarina; salgadinhos de pacotes; macarrão e temperos instantâneos; molhos prontos; bebidas adoçadas carbonatadas (refrigerantes); bebidas adoçadas não carbonatadas (refrescos); margarina; iogurtes e outras bebidas lácteas adicionadas de corantes e ou aromatizantes; produtos congelados e prontos para aquecimento como pratos de massas, pizzas, hambúrgueres e extratos de carne de frango ou peixe empanados do tipo nuggets, salsichas e outros embutidos; pães de forma, pães para hambúrguer ou hot-dog; bebidas alcoólicas destiladas.

Inda hoje um grande percentual de gestantes que ainda ingere alimentos ultraprocessados, o que torna indispensável o desenvolvimento de ações de educação nutricional e o fortalecimento das políticas públicas vigentes na área materno-infantil, a fim de conscientizar as mulheres sobre o quanto seu consumo alimentar e seus hábitos podem refletir sobre a vida de seus filhos a curto e a longo prazo.

Fonte:Scielo

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