Filha de MC Guimê e Fernanda Stroschein inicia Transição Alimentar

Filha de MC Guimê e Fernanda Stroschein inicia transição alimentar após diagnóstico de APLV sob acompanhamento da Dra. Lilian Zaboto

divulgação Dra. Lilian Zaboto e Mc Guime

Após sete meses utilizando fórmula à base de aminoácidos, bebê inicia processo gradual de reintrodução da proteína do leite, etapa importante no tratamento da APLV

Depois de emocionar milhares de famílias ao compartilhar o diagnóstico de Alergia à Proteína do Leite de Vaca (APLV) da filha Yarin, ainda no primeiro mês de vida, MC Guimê e Fernanda Stroschein vivem agora um novo capítulo dessa história. 

A bebê foi diagnosticada com APLV pela Dra Lilian Zaboto, após os sintomas e atendimento pediátrico.

Aos sete meses, Yarin iniciou, sob acompanhamento da pediatra Dra. Lilian Zaboto, a transição da fórmula à base de aminoácidos, utilizada por bebês com alergia às proteínas do leite de vaca, para fórmulas que contêm proteína do leite. A mudança faz parte da evolução clínica da bebê e representa uma etapa importante na aquisição gradual de tolerância alimentar.

O processo acontece de forma lenta, individualizada e monitorada, respeitando a resposta clínica da criança e seguindo protocolos médicos específicos.

“Cada bebê tem seu tempo. A reintrodução da proteína do leite só deve ser feita quando há indicação clínica e sempre com acompanhamento do pediatra. Nosso objetivo é avaliar, de forma segura, se o organismo da criança já desenvolveu tolerância, evitando reações e garantindo uma nutrição adequada”, explica a Dra. Lilian Zaboto.

No início do ano, Guimê e Fernanda compartilharam nas redes sociais que Yarin apresentava cólicas intensas, irritabilidade, manchas avermelhadas na pele e sangue nas fezes, sintomas que levaram ao diagnóstico de APLV. Na época, a bebê passou a utilizar fórmula de aminoácidos, enquanto Fernanda retirou totalmente o leite e seus derivados da alimentação para manter a amamentação.

Segundo especialistas, a APLV é a alergia alimentar mais frequente no primeiro ano de vida e, felizmente, a maioria das crianças desenvolve tolerância nos primeiros anos, tornando possível a reintrodução gradual da proteína do leite sob supervisão médica.

Para a família, o início dessa nova etapa representa um momento de esperança após meses de cuidados intensivos com a alimentação de Yarin. A transição marca uma evolução importante no tratamento e reforça que a APLV, quando acompanhada adequadamente, pode apresentar boa evolução em muitos casos. 

A experiência da família também reforça a importância de reconhecer precocemente os sinais da APLV e de seguir rigorosamente as orientações médicas durante todo o tratamento, desde o diagnóstico até a reintrodução alimentar.

Fonte: Dra. Lilian Zaboto: Com mais de 26 anos de carreira, a Dra. Lilian Zaboto é membro da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM) e ex-coordenadora do Departamento de Obesidade Infantil da ABESO. Atua em seu consultório em Alphaville, é credenciada nos hospitais Albert Einstein e São Luiz, e também é Oficial Médica Tenente (R2) da Força Aérea Brasileira. Seu trabalho é pautado pela excelência médica, atenção aos detalhes e vínculo afetivo com as famílias que confiam nela para cuidar do bem mais precioso: seus filhos

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