Nova Gravidez da Isa Schere

A presidente da AMCR, ginecologista e especialista em reprodução humana Profª. Dra. Marise Samama comenta as diferenças entre gêmeos idênticos e dizigótico, explica se há chance de repetição e traz dados sobre a incidência desse tipo de gestação.

“Quando falamos de gêmeos, existem dois tipos principais. Os gêmeos idênticos, chamados de monozigóticos, acontecem ao acaso. Eles surgem quando um único embrião, logo no início da divisão celular, se separa completamente e forma dois embriões geneticamente iguais. Por isso, não existe uma explicação genética ou hereditária para esse tipo de gestação. A incidência é relativamente rara, cerca de três a quatro casos a cada mil nascimentos.

Já os gêmeos não idênticos, chamados de dizigóticos, são aqueles que se formam a partir de dois óvulos diferentes fecundados por dois espermatozoides diferentes. Nesse caso, pode existir uma predisposição genética familiar, especialmente do lado materno, que aumenta a chance de a mulher ovular mais de um óvulo no mesmo ciclo.

Então, se a primeira gestação da Isa Scherer foi de gêmeos idênticos, isso não aumenta necessariamente a probabilidade de que a próxima gravidez também seja gemelar, porque esse tipo de divisão acontece de forma espontânea.

É importante lembrar também que toda gestação gemelar, seja de gêmeos idênticos ou não, é considerada de maior risco em comparação à gestação de um único bebê, com maior chance de aborto, parto prematuro e outras complicações. Por isso, costuma exigir um acompanhamento pré natal ainda mais cuidadoso” – Profª. Dra. Marise Samama

Fonte: A presidente da AMCR, ginecologista e especialista em reprodução humana Profª. Dra. Marise Samama

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