Chegada da primavera e o aparecimento de sintomas que afetam as pessoas alérgicas.

Sintomas de bronquite, rinite e sinusite podem ser combatidos com fórmulas para reduzir a inflamação das células e reequilibrar o organismo.

Para muitas pessoas a primavera é sinônimo de alergias respiratórias. Rinite, sinusite, dermatite, bronquite e asma são respostas exageradas do sistema imunológico à presença de substâncias comuns no meio ambiente. Entre elas, o pólen presente no processo de floração das árvores e nas demais flores, característico da estação, e também insetos agressores, ácaros e o mofo, que aparece com a elevação da umidade do ar.

As membranas celulares ficam em estado de inflamação durante o processo alérgico. E quando o terreno biológico fica intoxicado, o organismo reage tentando expulsar essas substâncias. Existem produtos que auxiliam o corpo humano a lidar com os fatores que provocam a alergia de uma forma mais suave, de acordo com a terapeuta naturista Elisabete Fenille.  A oligoterapia é uma delas, que combina quantidades de minerais encontrados na natureza e que contribuem para o reequilíbrio do organismo e o alívio dos sintomas da alergia.

“A natureza fornece elementos e minerais que permitem que essas toxinas sejam expulsas do organismo. Suplementos nutricionais, como oligoflorais, ajudam a restabelecer o equilíbrio do corpo. No caso da alergia respiratória, por exemplo, podemos sugerir ativos iônicos à base de enxofre e florais associados para trabalhar a emoção associada ao quadro da alergia. Conjuntamente aos ativos iônicos, também podem ser utilizados suplementos alimentares para aumentar a imunidade do corpo e, especificamente, do sistema respiratório”, explica a profissional. 

Durante 25 anos Jorge Correia, 68 anos, conviveu com crises de rinite. O aposentado conta que, quando os sintomas da alergia apareciam, dificultavam muito a sua qualidade respiratória e, então, recorria ao uso frequente de descongestionante nasal para conseguir dormir. Ele lembra que os sintomas da alergia também comprometiam muito a qualidade do sono.

“Isso me incomodava muito. Eu precisava pingar o descongestionante no nariz de hora em hora, era um grande incomodo. Era muito difícil, principalmente à noite, porque a cada uma ou duas horas eu tinha que pingar o medicamento no nariz, que ficava congestionado e não me deixava dormir”, relembra.

A oligoterapia não é exatamente uma novidade, esclarece Elisabete. Já no século passado, cientistas como Jacques Ménétrier, demonstraram que o uso de pequenos íons de moléculas encontradas na natureza, em ressonância com o organismo, era capaz de reativar a memória celular. Já Linus Pauling, defendia que o uso de nutrientes na dose certa ou ponderal (conceito usado nas terapias ortomoleculares), poderia reforçar a saúde humana.  “O uso de enxofre na forma iônica, por exemplo, limpa as membranas intra e extracelular ajudando a diminuir a aversão do corpo ao elemento que provoca a alergia”, esclarece a terapeuta que atua na DNS Elementos Ativos.

O uso de oligoelementos, tanto na forma iônica ou ponderal, nem sempre depende de indicação médica. No entanto, Fenille esclarece que é importante a realização de exames, junto a um profissional de saúde, para avaliar a deficiência desses elementos no organismo. 

“Os suplementos nutricionais por serem considerados alimentos, não possuem contraindicações e podem, inclusive, complementar os tratamentos já oferecidos pela medicina tradicional. Quando ajustados aos nutrientes necessários, os resultados podem ser notados em semanas ou em até três meses”, complementa a profissional.

Consulte sempre seu médico.

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